Seguro de recheio da habitação
Reposição dos bens da sua casa em caso de incêndio, danos por água e roubo — incluindo objetos de valor.
Porque é que isto é importante
Imagine que a máquina de lavar do apartamento por cima do seu verte água enquanto está de férias: móveis, roupa, livros e eletrónica ficam encharcados e têm de ser substituídos. Quem, uma vez, soma honestamente o valor de tudo o que possui chega quase sempre a um montante de cinco dígitos — dinheiro que, depois de um incêndio, de um dano por água ou de um assalto, teria de sair das poupanças próprias. E a isto junta-se um equívoco muito difundido: o seguro do edifício do senhorio não cobre os seus bens.
Na maioria dos cantões, o seguro de recheio da habitação é facultativo; em alguns, pelo contrário, é obrigatório — independentemente disso, é importante para todos os que gerem uma casa própria, seja em regime de arrendamento ou de propriedade. O ponto mais delicado é a soma segura: se estiver fixada demasiado baixa, a companhia reduz a indemnização na mesma proporção em caso de sinistro — e isso também em danos pequenos, não apenas na perda total. Por isso, quem não ajusta a sua soma há anos está quase sempre pior coberto do que julga.
As suas vantagens
Após incêndio, água ou assalto, o seguro repõe pelo valor em novo.
Sem subseguro: calculamos o valor do recheio da sua casa de forma realista.
Objetos de valor, bicicleta e eletrónica ficam devidamente incluídos.
Tratamos disto por si
- Cálculo do capital seguro correto (para evitar o subseguro)
- Comparação das seguradoras, incluindo roubo fora de casa e quebra de vidros
- Articulação com a responsabilidade civil privada e o seguro do edifício
- Gestão de sinistros com fotos, diretamente pelo nosso portal de clientes
A consultoria é gratuita para si — somos remunerados pelas seguradoras através de comissões de corretagem, que divulgamos a pedido.
Conselhos da nossa consultoria
O que dizemos vezes sem conta às nossas clientes e aos nossos clientes – gratuitamente, ainda antes da primeira conversa.
Depois de aquisições maiores, de uma mudança para casa comum ou quando surgem quartos de criança, a soma segura deve ser posta à prova. Os bens crescem ao longo dos anos quase sem se dar por isso. Basta uma breve comunicação à companhia — e fica protegido da redução por subseguro.
A bicicleta na estação, o portátil no comboio, a máquina fotográfica nas férias: o furto simples fora das suas quatro paredes só está coberto com o respetivo complemento. O montante desta cobertura pode, em regra, ser escolhido. Quem anda numa e-bike cara deve ajustar a soma em conformidade.
Fotografe as suas divisões e guarde digitalmente os recibos dos objetos caros, de preferência fora de casa ou na nuvem. Em caso de sinistro, essa documentação acelera consideravelmente o processo. Sem comprovativos, negociar a indemnização torna-se penoso.
Joias, relógios e dinheiro em numerário estão, em muitas apólices, incluídos apenas até um determinado limite. Quem possui peças de maior valor precisa de um acordo separado ou de um seguro de valores. Esclareça isso antes do sinistro — depois é tarde demais.